OS SEM-IGREJAS: UMA REFLEXÃO TEOLÓGICA

  • Cleuda Maria Albuquerque de Souza
  • Maria da Conceição Palheta Gonzaga Viana
Palavras-chave: Igreja, Instituições, Pentecostais, Evangélicos, Religião

Resumo

A nova categoria no âmbito religioso chamados Sem-Igrejas vem ganhando proporções nos últimos anos sendo considerada uma realidade para a sociedade evangélica no Brasil. Segundo estudos teológicos, são pessoas que por descontentamento com a liderança local de sua congregação e com a estrutura rígida das igrejas onde frequentavam, resolveram rejeitar a prática litúrgica do culto, abandonar o templo e consequentemente a comunhão com os irmãos da fé, tornando-se evangélicos nominais, isto é, sem vínculo eclesiástico. Muitos fatores têm contribuído para esse surgimento dos Sem–Igrejas, como a secularização que é definida como termo polissêmico e multifacetado. Entretanto, esses dados têm sido visto estatisticamente, o que possibilitou um questionamento acerca da nova categoria: de que modo às instituições pentecostais estão enfrentando o desafio dos Sem-Igrejas?  A partir do ponto de vista teológico é possível analisar os principais fatores que favoreceram essa categoria, e como objetivos específicos foram viáveis descrever o conceito e explicar os fatores que contribuíram para esse fenômeno religioso. No âmbito metodológico foi desenvolvida uma pesquisa bibliográfica com referências teóricas necessárias à discussão que se pretende fazer sobre o tema abordado, portanto, conclui-se que este trabalho é de grande relevância para os estudos teológicos pentecostais acerca da categoria que atualmente têm crescido no Brasil.

Publicado
2019-06-21